Chacina em Goiás: O Pix Macabro do Assassino – Ele Pagou o Próprio Enterro ANTES de Matar e Tentar Suicídio!

Por fabiana sales
30 de julho de 2026
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Gente, segura essa bomba que tá todo mundo aqui na redação do GiroQuente com a boca aberta e a ficha demorando a cair. Sabe quando a gente pensa que já viu de tudo, que a maldade humana atingiu seu ápice? Pois é, sempre tem alguém que chega pra provar que a bizarrice não tem limites, e o caso que rolou em Goiatuba, no sul de Goiás, é um desses que te deixa com a pulga atrás da orelha, questionando a sanidade e a frieza de certas pessoas. É uma história de tirar o fôlego, ou melhor, de prender a respiração de tanto choque, envolvendo ciúmes doentios, uma chacina brutal e um detalhe tão macabro que parece roteiro de filme de terror, mas é a mais pura e cruel realidade brasileira.

A gente tá falando de um cenário que mescla tragédia familiar com uma dose cavalar de premeditação assustadora. Quem conseguir ler essa matéria sem sentir um arrepio na espinha, por favor, me avisa, porque a história de Leonardo José de Araújo, de 43 anos, é daquelas que te faz pensar: até onde vai a capacidade humana de planejar o horror? E, pra piorar, de planejar até o próprio fim de uma forma que desafia qualquer lógica emocional, entregando uma frieza de arrepiar que a gente só vê em casos realmente complexos. É um prato cheio para reflexão sobre o que se passa na cabeça de alguém que chega a esse ponto.

Mas afinal, o que rolou?

Bora entender isso direito, porque o que a Polícia Civil de Goiás revelou é de embrulhar o estômago. Leonardo José de Araújo, o principal suspeito de tirar a vida de três pessoas em um rancho na zona rural de Goiatuba, não só cometeu os crimes hediondos, como antes disso, em um ato que chocou a todos, ele pagou o próprio sepultamento. Isso mesmo que você leu. Não é brincadeira, nem especulação. O homem fez um Pix de nada menos que R$ 8 mil para a ex-mulher, com a expressa finalidade de custear seu próprio enterro. E não parou por aí: ele também mandou uma mensagem avisando da intenção de cometer suicídio. Cara, a gente fica sem chão com uma notícia dessas, né?

Pensa comigo: um sujeito que planeja cada detalhe, que pensa no depois, no funeral, enquanto está prestes a tirar a vida de outras pessoas e a tentar a própria. A revelação veio à tona pelas palavras do delegado-geral da Polícia Civil de Goiás, André Ganga, e só comprova o nível de perturbação e, ao mesmo tempo, de calculismo que permeou essa tragédia. A transferência bancária e a mensagem foram enviadas logo após Leonardo atirar contra Jaine Chaves, de 29 anos, uma das vítimas com quem ele tinha um relacionamento. A ficha, meu amigo, não cai. É muita frieza para um só ser humano.

As vítimas dessa barbárie foram Nathan, atingido na nuca e nas costas enquanto estava sentado, Jaine, baleada, e Beatriz, perseguida e morta com um tiro no peito no próprio local. A história de Jaine é ainda mais dolorosa: após ser baleada, Leonardo a colocou no carro. Durante o trajeto, ela, em um ato de desespero e coragem, conseguiu enviar uma mensagem para a irmã relatando o ataque. Mas o agressor, em um surto de violência, efetuou mais quatro disparos contra ela, que não resistiu e morreu dentro do veículo. É um filme de horror com um final cruel e real.

Após os assassinatos, Leonardo, numa tentativa desesperada de escapar da justiça ou de cumprir seu plano final, atirou contra o próprio peito. Ele foi socorrido e levado para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia, onde permanece internado em estado grave. A polícia segue investigando, ouvindo testemunhas e familiares para tentar juntar as peças desse quebra-cabeça macabro e entender se tudo foi milimetricamente planejado ou se desdobrou de um surto de ciúmes, como indicam os primeiros sinais. Mas a questão do Pix para o sepultamento, por si só, já aponta para um nível de deliberação que assusta qualquer um.

A reação da Web

Se você pensa que a web ia ficar calada diante de uma história com tantos elementos chocantes, está muito enganado! O Twitter/X, o Instagram e o TikTok, como sempre, viraram palco de discussões acaloradas, indignação em massa e uma enxurrada de comentários que variavam entre a fúria e o mais puro desespero pela humanidade. Não teve meme, porque o teor da tragédia é pesado demais, mas o que não faltou foi a web ir à loucura com a frieza do sujeito. "Deu ruim" para a sanidade de muita gente que tentava entender o porquê de tanto ódio.

Muitos internautas não se conformavam com a notícia do Pix para o próprio sepultamento. "A pessoa já tava com tudo planejado, que horror!" comentou um usuário no X, ecoando a sensação geral de que aquilo era demais para processar. Outros se questionavam sobre o que leva um indivíduo a chegar a esse ponto de desumanidade. "É ciúmes? É doença? É falta de Deus? A gente nunca vai saber o que se passa na cabeça de um monstro desses", escreveu uma seguidora no Instagram, e é uma pergunta que a gente também se faz por aqui. A web, mais uma vez, entregou tudo na hora de expor a indignação e a surpresa, mostrando que, mesmo em meio a tanta informação, a gente ainda consegue se chocar profundamente com a maldade alheia.

Os debates também giraram em torno da segurança das mulheres, da violência doméstica e da necessidade de políticas públicas mais eficazes. A história de Jaine, que conseguiu mandar uma mensagem antes de morrer, comoveu a todos e gerou uma onda de empatia. "Ela ainda tentou pedir ajuda, meu Deus! Que injustiça!" lamentou outro internauta, e a gente se junta a esse coro. A tragédia de Goiatuba, infelizmente, se tornou mais um triste capítulo na longa lista de crimes passionais que assombram o Brasil, e a internet, com sua voz potente e muitas vezes anônima, serviu como um desabafo coletivo de dor e revolta.

Histórico do caso

Pra gente contextualizar e dar um pouco mais de peso a essa história, é crucial entender que, até o momento, a Polícia Civil de Goiás informou que Leonardo José de Araújo não possuía antecedentes criminais. Isso, meus amigos, é um detalhe que choca tanto quanto a frieza do Pix macabro. Porque, convenhamos, a gente sempre espera que criminosos com tamanha brutalidade tenham um histórico de violência, de problemas com a lei, não é mesmo? Quando o algoz é alguém "sem ficha", isso desestabiliza nossa percepção de segurança e até mesmo de como identificamos potenciais riscos. É o vizinho que você cumprimenta, o colega de trabalho, o cara que parece "normal" por fora.

Esse aspecto nos leva a uma reflexão mais profunda: quantas vezes a violência e os transtornos psicológicos estão incubados, ocultos, até que algo detone uma reação tão drástica? O delegado-geral André Ganga mencionou que os "elementos que mostram o quanto ele estava motivado a cometer esses crimes e quanto estava fora de si" indicam uma escalada súbita de ciúmes ou alguma outra perturbação. Não é incomum que crimes de tamanha violência, especialmente os de cunho passional, brotem de um terreno fértil de possessividade, controle e uma incapacidade de lidar com o "não" ou com o fim de um relacionamento. A ausência de antecedentes não diminui a gravidade do ato, mas sim adiciona uma camada de incompreensão e medo, mostrando que a maldade pode se manifestar de formas inesperadas e por pessoas que, aos olhos da sociedade, eram até então "comuns". É um alerta para todos nós sobre a complexidade da mente humana e a necessidade de estarmos atentos aos sinais, por mais sutis que sejam, de comportamentos abusivos e possessivos, que muitas vezes escalam até um ponto sem retorno.

Olha, aqui no GiroQuente, a gente não se conforma com histórias assim. Não dá pra ficar neutro, não dá pra só noticiar o fato e seguir em frente como se nada tivesse acontecido. O caso de Goiatuba é um soco no estômago da sociedade brasileira, uma tragédia que nos obriga a parar e pensar. Que tipo de monstro consegue planejar o próprio funeral e, no meio do caminho, ceifar a vida de três pessoas, uma delas sendo a mulher com quem mantinha um relacionamento? É uma crueldade que transcende qualquer entendimento. A frieza do Pix, a tentativa de suicídio calculada, tudo isso desenha um cenário de horror psicológico que é difícil de digerir.

Pra gente, isso vai muito além de um simples "crime passional". É a ponta do iceberg de uma sociedade que muitas vezes ignora os sinais de alerta, que romantiza o ciúme como "prova de amor" e que ainda tem um longo caminho a percorrer no combate à violência contra a mulher e no cuidado com a saúde mental. Nenhuma paixão justifica a morte. Nenhuma frustração dá o direito de tirar a vida de outra pessoa, muito menos de três. O que aconteceu em Goiatuba é um lembrete cruel e necessário de que precisamos falar mais sobre possessividade, sobre a cultura do feminicídio e sobre a importância de procurar ajuda (ou de oferecer ajuda) quando a mente humana começa a se perder em um labirinto de ódio e ressentimento.

Que as vítimas, Nathan, Jaine e Beatriz, descansem em paz, e que a justiça seja feita, não só nos tribunais, mas também na consciência coletiva. E que a gente, como sociedade, consiga refletir sobre essa tragédia para que histórias como a de Leonardo não se repitam. Porque, no fim das contas, a vida de ninguém vale menos que um ciúme doentio. Pelo amor de Deus, gente, vamos abrir os olhos e os corações. É um grito de alerta que não podemos ignorar.

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